segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Monólogo

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Feliz 2008
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Hum... não estarás enganada? Vamos entrar em 2009...
Eu sei, mas quero gritar ao mundo como fui feliz em 2008.
E o que desejas para 2009?
Para mim, não me atrevo a pedir mais nada.
E para os outros?
Tudo do que tenho.
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

É hora...

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Todos os anos, a cena repete-se.
A correria.
A ansiedade.
As prendas.
As luzes.
A azáfama.
A musica na rua.
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Mas também...
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A lembrança forte e dolorosa dos que amámos e já partiram.
O brilho nos olhos de muitas crianças, contra a ausência de luz nos olhos de tantas outras.
A alegria da familia reunida, contra a solidão dos que não têm ninguém.
A mesa farta na noite da consoada, contra muitas outras mesas que nem mesas chegam a ser.

Porque o Natal nem sempre é da cor que se pinta, que pelo menos neste, não falte calor e uma razão para sorrir.
Para mim. Para ti. Para todos.


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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Londres... aquela cidade

E tu do meu lado

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

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Cuidá-lo-ei melhor do que se fosse meu
porque é o teu!

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quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Amizade adormecida (?)

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A vida já me deu de tudo.
Alegrias, dificuldades, paixões, desepero, esperanças...
Faço um balanço. Não me posso queixar, ela também me deu um dos bens mais preciosos: Amigos.
Eu posso afirmar, que me sobram poucos dedos para contar os amigos que tenho. Amigos que me acompanham ao longo da vida, ou porque comigo vão vivendo ou porque, mesmo longe, não saem do lugar que conquistaram - o coração!

Eu sigo com a minha vida, e vivendo, não deixarei morrer quem caminhou comigo ao longo do caminho.
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Eu não deixarei morrer... mas hoje descobri que há quem deixe.
Lamento. Não devias. Não por mim, mas por ti.
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A cegueira não é só a escuridão - também pode ser isto.
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A verdadeira amizade nunca morre.

(E não me queiras convencer do contrário!)

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terça-feira, 23 de setembro de 2008

Assim

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Liberdade, autonomia, emancipação, independência, auto-estima, orgulho, ambição, percurso, realização, satisfação, mudança, confiança, futuro, sorte, sonho, mundo.

EU
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O amor e o resto...

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"Acontece por vezes não esperarmos as coisas inesperadas. Acontecem quase sempre num repente e irrompem, com estrondo, para dentro de momentos que julgavamos controlados."
(Rodrigo Guedes de Carvalho - in A casa Quieta)

Há um momento em que, sei-o agora, se tornam possiveis todas as impossibilidades.
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Connosco foi assim.
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Somos diferentes.
Discutimos muito estas nossas diferenças.
Somos diferentes, mas no essencial, tá visto, completamo-nos.
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Lembro-me do início.
Lembro-me de quando nos conhecemos.
Não dei por ti nessa altura.
Não dei por ti durante muito tempo.
Dou por ti agora.
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Lembro-me de alguns momentos nossos.
Lembro-me de um em particular. Aquele. Percebi que, nesse instante, se processou em nós uma qualquer transformação. Foi como se, nesse exacto momento uma racha se tivesse aberto na muralha que nos dividia, como se uma ponte se tivesse erguido sobre um rio intransponível, como se a barreira entre nós, se tivesse tornado infinitamente mais pequena.
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E algo mudou.
Ou tudo mudou em mim.
Na certa muita coisa mudou em nós.
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Contigo encontrei energia onde supunha não a ter.
Contigo reaprendi a coleccionar sorrisos.
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Tu tens sido para mim um alquimista maravilhoso, desde sempre mestre na arte de transformar a minha angustia em paz, e de extinguir o meu medo com ternura, sem esforço.
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Tenho de admitir que já me deste infinitamente mais do que aquilo que recebeste.
E continuas aqui...
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

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"Para que o céu se abra, é preciso
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que uma porta se feche"
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(José Saramago - in A Caverna)
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E foi assim que aconteceu :)
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sábado, 9 de agosto de 2008

Renovada

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"... Senti um peso descarregar-se dos ombros, uma opressão a desfazer-se do peito, e gozei inebriada e exaltada, o delicioso travo daquele sublime momento de libertação. Estava livre. LIVRE. Pareceia agora que acabara de despertar de um pesadelo, senti até alguma dificuldade em acreditar que me tinha mesmo acontecido o que acontecera, cheguei até a interrogar-me se tudo não teria afinal passado de um sonho mau, tão incrivel e irreal tinha sido a aventura que vivi. Mas se era pesadelo, já tinha despertado, se era realidade estava agora livre dela."
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quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Despertar no silêncio

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Hoje o que acordou foi o silêncio. O silêncio de uma respiração que queria ouvir e não ouvia.
Estendi a mão para o quente do outro lado e encontrei o frio.
Apalpei e encontrei o vazio.
Não estavas.
Não sei de ti, mas sei do imenso vazio da tua falta.
Essa falta que nada preenche nem faz esquecer.
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Beijo-te de novo...neste despertar sem ti
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Diacho de viagem que nunca mais acaba....Bahh :(
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Hoje lembrei-me de ti...


...Hoje lembrei-me de nós!

terça-feira, 22 de julho de 2008

O mel e o fel

(Relembro aqui um capitulo da minha vida. Uma história de um passado recente, que mereceu neste espaço muitos desabafos. Hoje não é mais do que uma lembrança, mas os momentos do passado também merecem uma palavra. Quanto mais não seja, para que não deixem dúvidas.)
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Foi quase há dois anos que nos conhecemos. Percebi que eras reservado, metido contigo só, aconchegado no teu mundo.
Com o tempo foste desabrochando, recebendo a minha confiança, oferecendo-me a tua. Depois, vieste de mansinho. Aproximámo-nos.
Eras meigo, atencioso, cavalheiro.
Apesar de te achar também um bocadinho louco, apreciava o teu particular sentido de humor.
Admito, mexeste comigo.
Lembro bem aquela noite de Dezembro. Despedimo-nos depois da habitual saída para café, mas haverias de querer tu, que a noite não terminasse por ali. Inesperadamente percebi que o teu carro seguia o meu. Julgava que a tua loucura se resumia às palavras...às ideias...nunca aos actos.
Enganei-me.
Há muitos dias que me vinhas pedindo um beijo.
Pedias-me IN-SIS-TEN-TE-MENTE um beijo.
Querias resgatá-lo.
Apanhaste-me.
Eu deixei.
De novo se fez um silêncio atrapalhado entre nós. Aquele toque entre os dois, actuou como um feitiço inesperado, ateou alguma coisa...ou talvez não tenha ateado, talvez tenha apenas tornado visível o que já existia dentro de mim, aquela espécie de incêndio lento que ardia cá dentro em lume brando. Todavia, era a consciência desse incessante fogo que mais me atrapalhava. Sabia que o caminho por ali não tinha saída...não fazia sentido...não daria em nada...não tinhamos futuro. Este era aquele tipo de amor, para o qual não me sentia definitivamente talhada.
Mas desafiei as minhas convicções, fechei os olhos, tapei os ouvidos, deixei tão somente que o coração falasse. Deixei-me ir.
Um erro, que me haveria de sair caro.
Não te culpo, afinal eras um homem vulgar, eu é que acreditei seres diferente. Acreditei seres a pessoa com quem seria capaz de falar até perder a noção do tempo, até os minutos se fazerem horas, até as palavras se tornarem beijos.
Engano meu.
Vivia esta “relação” dia-a-dia. Fazias sentir-me bem, sentia-me acarinhada…uma Deusa até, de tão mimada que era.
Os passeios foram-se sucedendo, Torres, Lisboa, Peniche, Óbidos, Sintra, Porto, Braga...e eu sei lá mais onde.
Surpreendias-me. Presenteavas-me.
Tinhas um jeito de me tratar que eu amava.
Eu amei-te.
Mas tu não andavas bem. Um comportamento instável e incompreensível, que começou a destabilizar-me.
Quiseste terminar o que lutaste para começar.
Tudo bem.
Doeu, mas hoje acredito que foi o melhor que já por mim fizeste.
Nos primeiros tempos, senti-me vazia, não por perder um amor que julgava verdadeiro, mas por percebê-lo verdadeiramente falso.
Vivi dias de uma escuridão tão profunda, que se confundia com um abismo. Foram noites e noites de saudades sepultadas na cumplicidade de um travesseiro.
Mas ainda estava longe de imaginar o que haveria de vir a seguir. Para isto, eu não me tinha preparado.
Tantas vezes te ouvi dizer “…eu, quando quero magoar alguém, sei bem como fazê-lo”.
Nunca quis acreditar. Um comportamento malicioso, não encaixava no homem doce que eu conhecia.
Novo erro.
Nisto tu foste verdadeiro.
Hoje afirmo e confirmo, que uma coisa é imaginar em abstracto uma situação destas, outra, bem mais brutal, é tê-la diante de mim, vê-la perante os meus olhos, senti-la palpável, constatá-la real, sabê-la tão cruamente verdadeira.
Ainda assim, não te condeno. No fundo, és sempre tu que ficas a perder...pena só tu não o perceberes.
Mudaste.
Percebes agora o silêncio?
E sabes porque é que durante muito tempo eu ainda continuei presente?
Porque acredito que tu sejas uma vítima.
Alguma coisa, nalgum momento, na tua vida, falhou.
Tu precisas de ajuda.
Um dia perguntaste-me: “Mas porque continuas a sair comigo... o que é que tu ainda sentes por mim?”
Não consegui responder-te de uma forma sincera - desculpa. Eu continuava a amar sim, a sonhar com a presença de alguém do meu lado, a querer partilhar-me, mas nada disto te contei, nada disto tu viste, nada era teu. Já nada disto, juro, era teu. A determinada altura percebi que a paixão pelo homem que tu um dia foste para mim, se tinha transformado em compaixão pelo homem frágil, fraco, insensível e inconsequente que acabaste por te revelar. Receei dizê-lo.
Ao contrário do que possa parecer, não passei de amor de perdição a ódio visceral. Não.
Continuo a gostar de ti... só que agora, "de uma forma diferente" (como tantas vezes a mim me disseste).
Nunca te neguei ajuda.
Nunca te negarei ajuda.
Mas deixo-te o conselho: tenta não magoar mais ninguém, para que não tenhas de ser TU a sofrer no fim, porque também sei que nada disto te faz feliz.
Abraço-te.

Nota: Qualquer semelhança desta história com a realidade, não é pura coincidência.


(Encerrei a história...esqueçi o capitulo...segui a minha vida!)

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Comigo caminham todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada.
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segunda-feira, 14 de julho de 2008

O dia


"Eu nunca me esqueci de ti"

Eu nunca me esquecerei de vocês!

Abraço-vos

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Há dias assim...

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

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Bem-me-queres
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Bem-te-quero!
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terça-feira, 22 de abril de 2008

Ao ritmo do meu tempo

Dias houve em que me sentia a viver...mas só um bocadinho.
Era como se estivesse tudo morno.
Nem quente nem frio. Nem bom nem mau.
Nem presente nem totalmente ausente.
Não era, mas nem por isso deixava de ser. Era o assim assim.
Era o levemente agradável a fazer companhia ao relativamente satisfatório.
Era o "então, tudo bem?"...vai-se andando.
Era o estar viva...mas só pela metade.

Até na minha vida entrares TU.

Hoje sei que posso não ter encontrado um novo caminho, mas estou certa de ter encontrado um novo jeito de caminhar.

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quarta-feira, 9 de abril de 2008

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" (...) prometo abraçar-te com força, para que ninguém te possa levar!"


...... ..............................Beijo-te como se aqui estivesses!
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domingo, 23 de março de 2008

Tu...Eu...Nós??

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Entraste na minha vida, com um entusiasmo que derrotou o meu desânimo.
No início, parecia que não tinhamos assunto para alimentar a conversa e as palavras nos morriam na boca em silêncios embaraçados.
Depois, os dialogos avançavam aos solavancos, cheios de subentendidos e insinuações, silêncios comprometedores e sentidos ocultos, como se o mais revelador não fosse o que era dito, mas o que ficava por dizer.
Agora, admito, há de facto momentos que nos moldam a alma.

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Ja tomei decisões que vou lamentar a vida inteira.
Mas sei que há decisões, que posso lamentar o resto da vida não ter tomado.
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terça-feira, 4 de março de 2008

Preto no Branco

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"Amo-te"
"Quero sentir-te"
"Quero-te para mim"
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Mas
esse Amor eu não vivo
e preciso viver.
Esse Amor
é para mim
o único consentido
o único
com sentido!
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domingo, 24 de fevereiro de 2008

Um olhar no meu escuro

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Muitas vezes

o mais importante
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não é o que se diz
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mas o que fica
.....
por dizer...


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sábado, 9 de fevereiro de 2008

Per te....

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.....................................................Voglio restare così
.....................................................magari fino in fondo
.....................................................il mondo attorno ormai
.....................................................non mi interessa piú
.....................................................mi basta averti qui
.....................................................e stringerti così...
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....................................................Mi basta un gesto tuo
....................................................un sorriso
....................................................una parola
....................................................e un attimo cosi
....................................................vale un'eternità
....................................................accendi un fuoco e poi
....................................................restiamo soli
.................................................Noi!
............................................................................................... (A.Bocelli)
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..................................................................................Un Bacio

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

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Numa altura em que as palavras ficam gastas

resta que me compreendas pelo olhar!

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Saboreando tudo...ao sabor do nada

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Vou abandonando o que em consciência sei que devo, mas parto em busca do que não sei.

Primeiro parece fácil, é o coração que arrasta a cabeça, a vontade de ser feliz que cala as dúvidas e os medos. Mas depois é a cabeça que trava o coração, as pequenas coisas que parecem derrotar as grandes, um sufoco inexplicável que teimosamente se instala.
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A nossa "relação" é distante e, todavia, estranhamente cumplice. Mas é preciso passar por tudo isto e chegar mais além que a cumplicidade - ao Amor - de tudo, o mais difícil de atingir.
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"(...) por vezes não é mesmo necessário complicar!", vais-me dizendo tu, e eu sei que não posso tentar convencer-te daquilo que eu própria não consigo entender.
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Desculpa